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O Festival Sons no Montijo regressa em 2023 com mais um cartaz eclético.

Em breve anunciaremos todo o cartaz.

2022

No dia 22 de julho, são cabeças de cartaz os UHF, “formados na Costa da Caparica, em Almada, em 1978. São os principais responsáveis pelo surgimento do boom do rock em Portugal, em 1980, e os fundadores do movimento de renovação musical denominado “rock português’′. São uma das bandas portuguesas mais prestigiadas e a mais antiga em atividade. A formação inicial foi composta por António Manuel Ribeiro (vocal e guitarra), Renato Gomes (guitarra), Carlos Peres (baixo) e Américo Manuel (bateria). Atualmente são formados por António Manuel Ribeiro (vocal e guitarra), António Côrte-Real (guitarra), Nuno Correia (baixo) e Ivan Cristiano (bateria). Resultante do pós punk, no final dos anos setenta, a sonoridade da banda incorpora o rock direto e espontâneo de características urbanas, produzindo também um som mais acústico e hard rock com alguma influência dos Doors”.

Nessa noite os UHF, serão acompanhados pelos Keep Razors Sharp, Trêsporcento e Earth Drive.

““Uma super banda discreta”, como os apelidou o jornal Público, os Keep Razors Sharp são Afonso Rodrigues  (Sean Riley & The Slow Riders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Riding Pânico, entre outros).

Com uma sonoridade entre o psicadelismo, o shoegaze e o pós-rock, os singles de estreia “I See Your Face”, “9th” e “By The Sea” tornaram-se sucessos radiofónicos e que lhes valeram a aposta nacional da revista Blitz para 2014, tendo percorrido palcos de Norte a Sul do País, tais como no Rock in Rio, Festival Bons Sons, O Sol da Caparica, Vodafone Paredes de Coura, Nos Alive e Super Bock Super Rock, entre muitos outros.

O segundo disco “Overcome” saiu a 19 de Outubro de 2018 e valeu-lhes presença em grande parte das listas de Melhor do Ano dos media nacionais. Foram a aposta da Antena 3 para o Festival Eurosonic na Holanda em 2019.

Em Dezembro de 2021 editam o novo single “Shine a Light”.”

A segunda banda da noite, “Os Trêsporcento não trabalham por objetivos. O propósito que esteve na origem da banda era o processo, nunca o resultado; era o caminho, nunca o destino. Por isso a banda não acaba quando mudam as circunstâncias, reinventa-se e renasce. Se em 2009 eram 4 os músicos em palco (Tiago Esteves, Salvador Carvalho, Lourenço Cordeiro e Pedro Pedro), de então para cá a formação alargou-se permanentemente com a entrada de António Moura e João Gil, e conta com colaborações com Flak, Zé Guilherme Vasconcelos Dias e Vítor Hugo Azevedo. Esta nova dimensão ao vivo faz com que cada concerto seja uma oportunidade de reinvenção e redescoberta do prazer de estar com o público.”

A noite começa entre o stoner e o psicadelismo dos Earth Drive. “Formado há exatamente uma década, foi durante os últimos dois anos que este quarteto do Montijo — formado por Hermano Marques, Sara Antunes, Luís Silva e Luís Eustáquio — se começou a afirmar como das mais interessantes propostas saídas da cena underground nacional, tendo marcado presença constante em eventos de renome como o Reverence Valada, o Under The Doom, o Sprint To Rock Fest e o VOA – Heavy Rock Festival.”

Este dia terá sete bandas em atuações desde a tarde ao final da noite, apostamos em novas bandas como os Persona77, GNU e GrandSun, passando pelo hip hip de PZ e Conjunto Corona e rock-ska-pop dos australianos Caravaña Sun, para terminar com concerto das lendas do punk rock nacional Tara Perdida.

“A gênese dos Tara Perdida remonta ao ano de 1995 – mais precisamente ao dia 10 de Junho de 1995. Foi exatamente no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, que os músicos se juntaram pela primeira vez no bairro de Alvalade – famoso por ter dado ao movimento punk rock português bandas como os Peste & Sida e Censurados – para um primeiro ensaio. Muitos discos e concertos depois, em 2022, “os Tara Perdida são considerados a maior instituição de Punk Rock em Portugal” e têm como formação: Rui Costa, Tiago Ganso, Pedro Rosário, Filipe Sousa.

Descrito como “o desempenho mais explosivo alguma vez testemunhado” pela LOST Magazine, os Caravãna Sun são conhecidos pela energia bruta dos seus espetáculos ao vivo. “Começámos a tocar em pequenos locais, escondidos no canto. As nossas canções tinham como objetivo fazer as pessoas dançarem e moverem-se de qualquer maneira. A banda começou num lugar de gypsy-ska e reggae com um grande foco no trompete e ritmos de condução para manter a energia alta. Levamos o nosso público numa viagem.”

“O Conjunto Corona é amigo do ambiente e apoia o desenvolvimento sustentável de todas as economias mundiais, a paz, os jogos olímpicos, os prémios nóbeis e as francesinhas vegetarianas”. Com sonoridades entre o hip-hop e o reggaeton, tudo pode acontecer nesta atuação (a segunda da noite de 23).

PZ abre a noite servindo “Croquetes e música desfragmentada, cortada aos bocados entre as perdas de memória. PZ é Paulo Zé Pimenta. Aos 16 anos começou a fazer música no seu quarto com um computador, um sampler e um ou dois sintetizadores. Num modo autodidata, foi desenvolvendo uma sonoridade própria que tomou outra dimensão com o modo como expõe as suas ideias.”

No final da tarde, teremos os GrandSun, que “cantam sobre personagens peculiares que encontram todos os dias. Eles também cantam sobre escapismo e medo existencial. Podíamos chamá-los de banda do sol com influências pesadas do final dos anos 60 e 70, às vezes um ato pop psicadélico, na maioria das vezes com uma atitude garage/pós-punk.”

Antes dos GrandSun, temos os GNU, uma banda de Post Rock, oriunda da cidade do Montijo, que explora “sonoridades do Post Rock, Math Rock e algum Midwest Emo. Bebendo de bandas nacionais e estrangeiras, dá origem a um caos organizado que desperta nos ouvintes uma felicidade nostálgica. Com letras carregadas de trocadilhos, referências a pop culture e um sentido de humor muito característico, garantem sempre um sentimento de boa disposição e leveza de alma.”

A abrir o sábado temos outra banda do Montijo, os Persona77. “A banda de rock alternativo montijense que soa a mistura entre a melodia dos Ornatos Violeta com a lírica e peso dos Mão Morta. Esta apresentação inclui-se na sua Odisseia Tour.”

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